segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Correções + críticas + palavras

Tema: Se eu fosse um produto/serviço
Por Laura Reis



Uma das coisas que mais faço na vida é criticar. Pra eu fazer disso profissão deveria me tornar Crítica de Cinema, porque é chique. Mas, para chegar nesse cargo, preciso entender muito de muita coisa dessa Sétima Arte.
Outra coisa que tenho bem inerente a minha pessoa são as correções alheias. Mas para fazer isso completamente, deveria ser um Corretivo, daquele.. Errorex (GENTE! Escreve assim?). Mas, para efetivamente ser um, deveria ser mais branca, líquida e com pouca carga e, na boa, não tô a fim.
Gosto muito de palavras e poderia ser também um dicionário, mas eles são quadrados e superparados, então.. prefiro não.

Por fim, sei que ainda não tenho cacife para tanto, mas considerando toda a minha chatice em incomodar muita gente, somado a esse caminhão de coisas aí de cima (correções + críticas + palavras)... Eu seria, feliz, um Corretor Ortográfico e vocês?

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Sorte, moedas e cobradores

Tema: os dois lados de uma moeda
Por Rafael Freitas



Entrou no ônibus e sentou-se antes da roleta. Era assim sempre: primeiro sentava em qualquer lugar para poder procurar a carteira na mochila e pegar o dinheiro da passagem. Passava pela roleta assim que o veículo parasse para pegar outro passageiro.

Abriu a carteira e pegou algumas notas miúdas. Na repartição de moedas, buscou o valor exato dos centavos. Assim facilitava a vida do cobrador, adiantava a fila, essas coisas. Enquanto procurava pela quantia necessária, encontrou, amassado e encardido num cantinho, um pequeno patuá que ganhara de uma amiga. Se o mantivesse na carteira, nunca ficaria sem moedas, ela lhe garantira. Funcionava.

Entregou o dinheiro ao cobrador e passou. Mas distraído com aquele objeto de que nem se lembrava e que, por tanto tempo, o acompanhava. Enquanto tanta gente não gosta de carregar moedas, ele tem um amuleto para que elas não lhe faltem. Era engraçado. E porque as pessoas não gostam delas? Deve ser porque aquele seu barulhinho incomoda. Ou porque pesam. Ninguém gosta de se sentir incomodado ou com muito peso.

Incomodam, mas facilitam em muitos casos. Como no pagamento da passagem de ônibus. Tudo na vida é assim: dois lados, vantagens e desvantagens, prós e contras. É decidir e esperar pelos resultados. Escolhas. Neste caso, não há patuás que ajudem. Nem jogos de azar.

Ali não era o melhor lugar para pensar sobre isso, entre tantos saculejos. Mas não resistiu: pegou uma das moedas que restaram na carteira, escolheu cara e jogou pra cima. Na palma da mão, coroa. Faltou sorte. Sorte mesmo é que na sua vida quem manda é ele. As moedas ficam sempre para o cobrador.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ser ou não ser cabeludo?

Tema: Os dois lados de uma moeda
Por Taffa


Gosto do meu cabelo quando está maior. Não tão grande a ponto de ser considerado um xanéu, mas um pouco acima do corte que a sociedade adota como o correto para o sexo masculino.

Acho agradável vê-lo desgrenhado, me traz uma sensação de contradizer tudo aquilo que pratico no dia-a-dia. Digo isso porque sou quietão e, na maioria das vezes, discreto o bastante para entrar e sair de um lugar sem chamar a atenção. Um cabelo bagunçado transmite uma imagem completamente diferente. Algo meio hippie e jovem, baladeiro e irresponsável, talvez algo mais, sei lá, só que, algo que com certeza não sou.

Cabelo eu posso dizer que tenho muito. Sim, isso é algo que não me falta. Na verdade, são tantos fios que imagino que o meu corpo não conseguiu produzir tinta suficiente para tingir todos eles e essa é a razão de eu ser um grisalho prematuro. Tenho cabelos brancos desde a pré-adolescência - um fato que sempre chamou a atenção dos que não me conhecem há muito tempo.

Enfim, nesta semana não consegui suportar mais a juba. Eu estava parecendo o doido da coberta e isso começou a assustar as pessoas do meu convívio. Então resolvi cortar o cabelo. Hoje estou aqui, finalmente sentindo o ventinho gelado do ar-condicionado na nuca e, de volta ao padrão de cabelo curtinho que faz com que as pessoas reparem e digam: Nossa, você cortou o cabelo. Ficou tão lindo. Falta agora só fazer a barba.

Epa, aí já é querer demais.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

De favores

Tema: os dois lados de uma moeda
Por : Rosana Tibúrcio


A expressão "os dois lados de uma moeda" representa, pra mim, a verdade de um todo. Um todo que, raramente, é conhecido, representado, vivenciado, percebido por quem quer que seja.
O que está por detrás daquela atitude do outro? De verdade? Jamais se saberá!!! Nem sempre se conhece a própria verdade, dirá a do outro.

Deixando o disse me disse de lado e indo direto ao assunto (se é que isso é possível, em se tratando de mim rs), eu fico encafifada com as questões que envolvem os favores: os que pedimos e os que recebemos.

Cara: se alguém pede um favor o bom é que ele seja atendido na forma e tempo ideais de quem precisa.
Coroa: pode ser que, por ene motivos, quem se presta a fazer favor não consegue fazê-lo a contento, tal qual o outro deseja e necessita.

Cara: se alguém se presta a fazer favores, a "obrigação" é atender quem se ajuda, da forma que se entende ser a pretendida.
Coroa: nem sempre quem recebe favores consegue ficar satisfeito, pois a intenção do que se pediu vai além do falado, exposto. Quando o pedido não é claro há sempre algo por trás do dito. É necessário "adivinhar" pra atender.

Eu poderia ficar a quinta-feira inteira jogando moedas e definindo os caras e coroas possíveis de favores feitos e recebidos, mas né... melhor parar por aqui.

Em se tratando de favores eu só sei lidar bem com os pedidos nítidos, limpos e com os recebimentos, igualmente, claros e precisos que, no fim, resultam em:
1. se alguém se propõe a fazer favor, que seja desprendido, abnegado.
2. se alguém recebe favor, que seja grato.

O resto é balela e, francamente? Não tenho paciência pra decifrar lados de uma mesma moeda. Não em se tratando de favores, o resto até considero um bom exercício: tentar entender o que o outro sente e porque sente, quando ele é, faz e pensa diferente de mim.
Esta é a minha cara... bem refletida na coroa que sou!! (tá, num ficou bom, mas queria um fim apoteótico: clap clap clap..)


Uma linda quinta-feira pra todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje há quase, por aqui no Guaraná, um post autoajuda, mas né... tô só fazendo um favorzim procês...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Não é fácil

Tema: Os dois lados de uma moeda
Por : Nina Reis

Sempre me entreguei demasiadamente em qualquer relacionamento.
Pobre das minhas orelhas se minha mãe além de me avisar, resolvesse puxá-las.
O fato é que já de cara, depositava muita confiança “em alguém” e mais cedo ou mais tarde poderia ou não quebrar a cara.

É claro que com o passar do tempo amadureci e consegui enxergar muita coisa de maneira diferente e aprendi que tudo que é construído e conquistado sem pressa, sem muita cobrança e principalmente sem exageros, resulta de algo sólido, saudável e prazeroso, seja amizade, namoro ou coleguismo.

A convivência não é nada fácil, mas também não é difícil pra mim entender que existe sim e é preciso enxergar que a moeda tem os dois lados.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

$ejamos breve

Tema: Os dois lados de uma moeda
Por Laura Reis

péssima piada



Uma coisa é certa: enquanto você não trabalha e não tem um dinheiro fixo você também não tem contas nem despesas com as quais se preocupar.
Outra coisa também é certa: você sempre faz a lista mental (há os que se arriscam numa lista escrita) das coisas que PRECISA ter, mas quando tem dinheiro no caixa sempre encontra mais coisas (dessa vez não tão necessárias) com as quais gastar.
Uma terceira coisa é importante: independente se der cara ou coroa no jogo, o que vale é ter as moedas, com os dois lados, no cofre.
É isso.


Ps.: sim, a imagem não tem absolutamente nada a ver. A não ser pela péssima piada.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Só na sombra (da pirâmide) e água fresca (do Nilo)

Tema: Época em que gostaria de ter vivido
Por Taffa


Antigo Egito. 3150 a.C. As civilizações do Alto e Baixo Egito se unificaram sob o controle do primeiro faraó: Menés. A dinastia egípcia se transformou num reino tão extenso que ia até onde a vista alcançava e a escrita começou a ser desenvolvida a partir de rascunhos que mais tarde se tornariam os hieróglifos (ou desenhos de pessoas usando lápis de olho ao lado de cachorros pescoçudos de colar).

A partir daí, um salto até o Império Novo. 1550 a.C. A era da prosperidade, quando os faraós governaram uma civilização já desenvolvida e o Antigo Egito atingiu seu auge: cheio de pirâmides, deuses com cabeças de animais e banquetes fartos. Tão fartos, que devem ter engordado os soldados, pois foram conquistados por uma sucessão de potências estrangeiras, caindo sob o Império Romano em 31 a.C. na Batalha de Ácio, durante o tempestuoso reinado de Cleópatra VII.

Aliás, aquela mulher era um poço de inteligência. Foi uma grande negociante e estrategista militar. Não era só um rostinho bonito igual ao filme da Elizabeth Taylor, pois falava seis línguas e conhecia filosofia, literatura e artes gregas. Antes da queda do Antigo Egito, havia compreendido que Roma era a nova potência do Mediterrâneo e criou relações amigáveis, claro, cheia de segundas intenções.

Casou-se com seu irmão, teve um filho e marcou um encontro com Júlio César, com o intuito de presenteá-lo com um tapete. O presente foi aceito de muito bom grado, pois quando aberto e desenrolado, revelou que a própria rainha estava em seu interior. Ela então passou a ter um caso com o Ju (sou íntimo), no que ficou conhecido como a maior história de amor daquelas bandas. O que também a ajudou a estabelecer seu poder no país, pois tornou-se regente do Egito.

Mas, né, como “o pra sempre, sempre acaba” Júlio César foi assassinado por um grupo de senadores romanos. Todos invejosos, porque o cara tinha poder, dinheiro e mulher bonita. Após os ritos fúnebres, ela voltou para o Egito, envenenou friamente seu marido (alô, novela da Globo?) e alcançou novamente a soberania, junto a seu filho, que passou a ser co-regente.

É aí que eu entro, meus queridos. Eu queria ser o filho dela. O resto da história vocês esquecem, porque eu iria refazer.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Anos rebeldes

Tema: época em que gostaria de ter vivido
Por: Rosana Tibúrcio

Queria viver na década de 60. 
Dirão alguns: mas qual o quê? Você viveu nessa época, afinal é de 1955, sua anciã.
Sim... vocês estão certinhos. Em parte.
Queria viver nos anos 60 jovem e não criança ou adolescente. Que por volta de 63 eu fosse adolescente e em 68 eu fosse uma jovem de 20 anos, mais ou menos. 
Mas queria ser uma jovem vivendo a efervescência da cultura brasileira. Ou seja, vivendo numa capital, de preferência o Rio de Janeiro... quiçá participando de parte da história posteriormente representada na minissérie “Anos rebeldes”
No fundo, no fundo, eu sou romântica e queria mais era usar aqueles vestidos rodados com cintura marcada (importante dizer que eu era magra quando jovem, por isso essas roupas ficariam bem em mim, tá bom? humpt), fita nos cabelos ou que os cabelos fossem curtinhos. Queria ter um namoradinho “pra frente”, que gostasse de dançar e decidisse comigo que nossa trilha sonora fosse “Estúpido Cupido" ou alguma outra canção estupidamente ridícula para os não apaixonados...
Vivi na década preferida, mas com a idade errada. 
Nem tudo é perfeito, fazer o quê?

Uma linda quinta-feira pra todos vocês minhas gentes, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje há nostalgia, uma vontade enorme de usar um vestido rodado, vermelho de bolinhas brancas, pegar meu bem pelo braço e sair dançando por aí...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Gosto dos anos 60

Tema: Época em que gostaria de ter vivido
Por : Nina Reis





Ter participado da inauguração de Brasília e ter visto a Rede Globo entrar no ar.
Ver o Brasil tornar-se bi campeão mundial de futebol na Copa do Mundo FIFA. Ter sido influenciada pela sensualidade de Brigitte Bardot
Ter assistido pela Record o Festival de Música Popular Brasileira e ficar “babando” ouvindo as músicas A Banda e Disparada.
Seguir o movimento Tropicália e dançar ao som dos Mutantes.
Ter sido quem sabe, amiga da Rosana Tibúrcio, da Nelma e da Denise.

Gostaria ter vivido muito mais coisas além das que já vivi.
Mas não posso reclamar não, afinal, bom mesmo é viver essa fase que estou vivendo, onde faço o que gosto e posso tirar sarro contando que tenho como cliente, Martinha Suplicy e Sabrininha Sato cof cof cof ... é isso.




Beijão e desculpe pelo atraso.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Sobre

Tema: Época em que gostaria de ter vivido
Por: Rafael Freitas

Um belo dia você acorda e descobre que existe a possibilidade de voltar no tempo. Numa máquina ou coisa assim. Não se trata de viajar através de livros, filmes ou sonhos. É real. A chave: saber exatamente qual o destino. E que sua vida nunca mais será a mesma.

Penso. Posso ver de perto um dinossauro! Desisto diante da possibilidade de ser esmagado por ele. Volto até a renascença e vivo um bobo da corte de verdade, de humor ácido e inteligente. Mas bobo eu já sou. Rá!

Decido: queria ter sido adolescente nos anos 50. Adolescente rebelde, com todo direito, à la James Dean. Jeans, camiseta branca e topete com gel. Jaqueta de couro, curtindo rock’n roll com um broto legal. Começaria a coleção de tirinhas e gibis do Snoopy e da Turma da Mônica. Assistiria Alice no País das Maravilhas e Peter Pan da Disney. Esperaria ansioso por cada novo livro das Crônicas de Nárnia.

Com os meus dezenove anos, começaria a década de 60 fã dos Beatles e de Bossa Nova. Mas sem deixar de dançar um rock nas matinês. Viveria a era dos festivais de música, me emocionando com Travessia, de Milton nascimento e Fernando Brant, que ficou em segundo lugar no Segundo Festival Internacional da Canção, em 1967. Estaria em Woodstock, cantando hinos à natureza e à liberdade. Sexo, drogas e mais rock’n roll. Tudo com moderação. Ou quase tudo.

Em 1970: calças boca de sino, camisas listradas, batas, cabelos compridos, barba e sapatos com salto plataforma. Seria o porra-louca das discotecas. Pisicodelismo e pop art. Anos de deleite musical: a Tropicália com Caetano, Gil, Gal, Bethânia e Os Mutantes; Secos e Molhados; Chico Buarque; Bituca e o Clube da Esquina (do qual eu seria sócio de carteirinha, claro).

Entro na tal máquina. Aperto os cintos. São tantas luzes que fico atordoado. E o barulho! Até que o painel indica que não estou preparado para a viagem. Não me desapego nem queria mudar o que já vivi até hoje. Quando muito, me seria permitido voltar alguns meses, mas para poucos reparos...

Frustrante. Só me consolo porque, afinal, não nasci numa época tão ruim assim: foi em 1983. E a Madonna estava lançando seu primeiro disco!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quem sabe..

Tema: Época em que gostaria de ter vivido
Por Laura Reis




Tentei começar esse texto inúmeras vezes, desde semana passada, pois sabia que poderia não estar em casa no fim de semana.
Comecei alguns parágrafos citando acontecimentos importantes de cada década; lembrei dos dinossauros; Adão e Eva; ousei até mesmo começar uma crônica sobre um casal que, em meio a um diálogo aparentemente comum, expressaria todos os seus desejos escondidos em impressões do passado e até pensei em ser clichê e não sugerir uma época preferida usando como argumentos a máxima de que o aqui e agora é que importa e nada seria tão bom ou importante como está sendo.
É claro que nenhum desses motes eu fui capaz de prosseguir, como vocês podem ler, mas agora, enquanto ouço musicas nostálgicas e penso em como será esse fim de semana (e o todos os próximos dias), olhei pro céu e vi uma nuvem passando bem mais rápido sobre outra e, claro que isso não justifica nada, mas o fato é que o que me deu uma súbita vontade de ter estado presente no momento em que tudo foi criado.
Quem sabe assim, compreendendo melhor os mínimos detalhes da criação dos seres, sentimentos, matérias e nuvens, eu teria ao menos um terço das respostas de todos os questionamentos que rondam minha cabeça, enquanto passo mais de um quarto do dia nesse ônibus de ar condicionado gelado.


Escrito na viagem de ida pra Brasília (11 fev)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Boas expectativas

Tema: Top 7
Por Taffa
Em 2011 quero...

Retomar pelo menos um dos projetos que deixei de lado em 2010;
Descansar pelo menos dois dias por semana;
Viajar pelo menos três vezes e para lugares onde nunca fui;
Fazer pelo menos quatro refeições ao dia;
Assistir pelo menos cinco filmes no cinema;
Ler pelo menos seis livros, sem precisar abandonar nenhum;
Ser feliz pelo menos sete dias por semana. Ou, pelo menos, tentar ser.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dos sete desejos não revelados

Tema: top 7
Por: Rosana Tibúrcio

Desculpaêêê meus amores, mas de meus sete desejos pra 2011 cuido eu e prefiro não revelá-los. Pra começo de assunto eu jamais desejaria seeeete coisas. Mas posso citar sete motivos para que minha lista não caia na boca de matilde.


1. A leitura de uma lista de desejos pode muito bem ser interpretada de acordo com cada leitor. Ser incompreendida me faz sofrer e chorar.
2. Em recente pesquisa efetuada, exaustivamente, por mim, conclui que apenas meio por cento de nossos desejos expostos numa lista, pra outros lerem, são verdadeiros. Quando alguém diz que deseja paz e amor pra um ano inteiro, no fundo, bem lá no fundo, esse alguém deseja nada mais, nada menos que sexo e sacanagem.
3. Lista de desejos pra qualquer tempo nunca dá certo, sobretudo se exposta num blog. Ao final do tempo pretendido, nada se concretiza e... todos chora*.
4. Listar sete desejos seria como se eu aceitasse que nada pudesse ultrapassar um desejo por dia; sete por semana. Se a lista é minha, só eu posso saber meus limites e meus quereres. Democracia é tudo na vida, minhas gentes!!
5. Listas num blog comunitário podem ser falsificadas, adulteradas. Temo.
6. Porra meu, sete é conta de mentiroso, portanto...
7. Recuso-me, definitivamente, a fazer uma lista de sete desejos para 2011 porque além de beijo na boca, dinheiro, mesa farta, saúde, sossego, trabalho e viagens belas eu desejo paz, amor e sexo (hãn, quê isso? coloquei sexo aqui porque eu leio sempre esse trem por aí, deve ser bão, só pode...) pra mim e todos os guaranetes, convidetes e visitetes...


Uma linda quinta-feira pra todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje há um desejo verdadeiro de que todos tenham um lindo 2011.


*Não sei quem começou isso no twitter ou noutro lugar, não sei, de "todos chora" ou qualquer coisa que deveria ser plural e o singular se faz rei; sei que adoro e já peguei pra usar e... "todos critica"

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Chegou chegando

Tema: Top 7

Por Nina Reis


Acredito que não só pra mim, mas dois mil e onze não chegou de brincadeira. Em menos de dois meses me causou medo e coragem, tristeza e felicidade, insegurança e muita força de vontade.
Independente do que já aconteceu e do que estar por vir, quero deixar claro que tenho sete desejos imprescindíveis para minha qualidade de vida nesse ano que mal ou bem começou.

- um dia de descanso semanal

- dois dias de pilates semanalmente

- três litros de água diariamente

- quatro refeições (no mínimo) diariamente

- cinco dias pra falar com minha mãe semanalmente

- seis dias de trabalho semanal – com direito a me divertir com os amigos na sexta e no domingo

- sete horas no mínimo de sono (diário)
Assim espero.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Resoluções de ano novo

Tema: Top 7
Por Rafael Freitas

Quando terminei de ler O diário de Bridget Jones, no fim do ano passado, quis criar um blog com o mesmo intuito. Um blog de postagens diárias, narrando as aventuras e dissabores de uma personagem fictícia, com pitadas do meu cotidiano e das minhas próprias características. Teria de ser engraçado, dinâmico, com a dose certa de drama e tristeza. Logo, desanimei. Tive medo de não ter tempo suficiente para manter minha vida dupla. Nem queria correr o risco de levar a personagem para a cama. Mas o tempo, ou a falta de, é que foi o motivo decisivo. Juro.

Aliás, tudo o que eu desejo para 2011 é isso: TEMPO.

1 - Tempo com minha #família, para viagens, almoços com cantoria e histórias dos sobrinhos (ainda mais que o mais velho entrou pra escola!);

2 - Tempo para curtir os #amigos, rir com os amigos, beber com os amigos, pizza com os amigos, viagens com os amigos;

3 - Tempo para #aprender, de teorias às pequenas lições diárias que a vida ensina e piano;

4 - Tempo para ganhar #dinheiro sem ser sufocado pelo trabalho;

5 - Tempo para desenvolver meus projetos musicais, #LeBizarre e #CantusQuatro, e aproveitar a alegria e o sucesso da sua realização;

6 - Tempo de #saúdeepaz (o resto a gente corre atrás);

7 - E tempo para criar e escrever meus posts do #GuaranácomCanudinho, sem atrasos como hoje!

É pedir muito, eu sei. Só não dá pra começar o ano sem ter fé.

(Mesmo sem ter feito minha lista de promessas e objetivos para o ano novo. Se a Bridget descobrir que não fiz, ela me mata!)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Chegou

a hora de apagar a velinha! E eu vou cantar aquela music- não, nada disso. Na realidade, chegou a hora de recomeçar a brincadeira de escrever e postar toda semana, se divertir com os posts dos coleguinhas, chamar novos amiguinhos pra visitarem nossa casa e bater aquele papo delícia com os velhos e bons amigos (e convidetes!).
Como vocês podem conferir, o Guaraná queria começar 2011 com o pé direito, um novo layout, mas com a mesma dinâmica de sempre: temas pré-estabelecidos, posts semanais, comentários liberados, piadas internas e externas e, claro, aquele bom humor de sempre num ambiente um tanto quanto familiar...
Isso tudo dito anteriormente é o que o Guaraná quer, mas agora chegou a minha vez de querer em 2011, nesse tema mel com açúcar que decidimos começar as atividades. Atenção!






Chegou 2011! Quero...

Tema: Top 7
Por Laura Reis

  • Que os céus se resolvam lá em cima e nos deem um clima estável, para que eu consiga
  • Ter mais ânimo, concentração e persistência, para
  • Realizar com excelência meus trabalhos. E, como consequencia
  • Ser reconhecida pelo que faço, principalmente com
  • Mais grana na conta bancária, para
  • Ficar tranquila em relação a gastos e investimentos, especialmente aqueles relacionados à
  • Saúde!